Páginas

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Os Dois Tempos da Euforia




    Os dois tempos da euforia são os tempos que chegaram para anunciar como Ele é lindo. Palmas para ela. Somos nós, então. É o que existe de mais bonito nesse mundo e que deve ser anunciado, que são as coisas novas, e são boas. 

    Com esplêndida majestade, o primeiro tempo diz que veio ao mundo para ficar e invade os nossos corações quando aceitamos Cristo. Por mais que seja difícil, depois de um tempo, essa euforia pode ser esquecida ou deixada de lado, pois damos um tempo para nós. Mas, o tempo mesmo é dela e sempre nos lembra que nos enchemos dela uma vez. 

    É o segundo tempo. 

     A hora em que lembramos o nosso papel de mensageiros e que dizem ao mundo que essa euforia invadiu o nosso ser e nos deixou completos. É a hora de gritar porque nada cabe mais nos nosso peito. Somos apimentados com uma pitada de malagueta. Somos remexidos. Somos lambuzados e ficamos mais doces que chocolate. Ficamos felizes, eufóricos e completos. Preparados para dizer que existe um Deus amoro que se importa conosco mesmo que a euforia tenha ido embora, quando o mundo parecer ser um lugar destrutivo e horripilante.

    E, quando nada mais faz sentido, então, acho que existe um terceiro tempo. 

    E mais um... 
    ... e mais um 
    ... e mais um. 

    Porque o segundo e o primeiro já se foram, mas para quem acredita, a euforia sempre se renova e dá forças, criando uma forma de força de vontade para dar o tão esperado grito de anúncio do reino que precisamos colocar para fora. Porque, ao contrário do que parece, ser cristão é menos complicado do que é. É renovação da mente. É ter paz. E, além disso, é saber qual o seu papel nesse projeto diário e constante dos dias, esse projeto global que Deus tem preparado para mim e para todos. 

Anny Confessor

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Amélie Polain

O que confessamos sobre O Fabuloso Destino de Amélie Poulain?


Pueril. Assíduo. Sanguíneo. Dançante.
Magnético. Fleumático. Clássico amante.
Musical. Efusivo. Fantasioso pulsante.
Enigmático. Colérico. Emocional. Estonteante.


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Somos Irmãos




Nós somos irmãos e vemos o que há de novo. Como o que faz a nossa canção sobreviver aos resquícios de humanidade, nós somos seus. Existem muitas coisas que nos fazem não ficarmos juntos, mas quando o olhamos de perto, vemos que o que nos faz ficar mais próximos é ainda mais forte. Você é tão claro quando a luz do sol e quase tudo o que temos demonstra nossa irmandade, chega a ser o que há de mais novo em um dia de graça e de luz. 
Acordamos. 
Fomos e voltamos, e você estava sempre lá por nós, mantendo-se firme. Estava do jeito que diferencia sua alma de tudo. De tudo o que vemos por aí ou vamos encontrar um dia. Quando nós estávamos bebendo o vício das portas fechadas para você, nossa devoção aumentou por ver que um dia não é só mais um dia ao seu ver e que, dia a dia, você nos chama para levantar a nossa alma. Foi quando vimos que precisamos mais do que  existe nesse mundo, que o amor é descendente seu e que ele desfaz a nossa desumanidade. Você estava lá quando dissemos: Não queremos mais saber de tudo isso aqui. Mas, toda a oração nasceu de uma luta, em um ringue de sangue, por nossa vida porque essa corrida sem você se transformou em dor. “Busque o certo, mesmo que faça tudo errado no início. Vá em frente”, você disse. 
 E nós vimos quem estava por trás da porta batendo em um quarto de desespero, no qual estávamos gritando procurando por nós mesmos.     
          E então... Você – Nós o vimos atrás da porta. Assim, a escuridão foi embora... Nossos olhos perceberam que não estávamos mais sozinhos. Ainda estamos quebrados, ainda estamos no mesmo lugar, mas Deus se mostra com o dia que vai nascer, como a chance de recomeçar e de descobrir algo novo.
         Por fim, pegamos o que estava quebrado e ouvimos nossa dor. Mas, o ouvimos no meio de tudo. Então, pegamos nossa dor e a jogamos fora. Existem muitas conotações para uma vida, apenas.Tudo depende de como deixamos nossa desumanidade percorrer. Porém, o amor de um dia pleno, em paz, é o que importa. E essa é a maior adoração.

                                                                                      Ass.: Humanos

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Nuvem, Desencontro de Inspiração

       

    A nuvem de inspiração que nos rodeou tomou um rumo, seguiu o que deveria seguir, não apenas se importando mais com o que não podia mais suportar ou deixou de fazer por não conseguir realizar. Quando ela chegou - que era, de fato, uma boa questão para se questionar - fez sua morada a subordinada dos seus pensamentos. A nuvem, portanto, dominou o mundo interior e continua dominando aos que pretendem absorvê-la. Não é uma decisão fácil e deixa pedras no caminho, refaz os caminhos ou não os termina, às vezes. São esses caminhos não terminados que mostram o rumo que foi tomado e as escolhas que se solidificaram no percurso. Mas, as setas direitas e esquerdas do caminho ainda assim são vistas pela Nuvem, pois ela em seu emaranhar de partículas dispersas está imersa em causa e em consequência no fato, de fato, se compondo do que significa amor, na sua morada. Essa nuvem causa isso: O sentimento em experiência e em revolução de pensamento, resolve aos poucos a questão já solucionada, da existência . Pois, essa nuvem ainda continua sendo a nuvem do sagrado, daquilo que é só meu, daquilo que é  só nosso, daquilo que se chama Deus.

         Porque em um desencontro de inspiração, como foi a Conferência Nuvem, se tiram textos e música, assim como Fix You. Como cada partícula que paira sobre nossas cabeças, partículas que montam o quebra-cabeça dos nossos dias, que as nossas inspirações sejam polares como a água que nelas estão, solúveis ao que é bonito e ao que provém do amor. Que a nossa brasilidade, como diz o Marcos, seja baseada em uma palavra que é antiga e tecida na esperança; Que ocorra em nós coragem e santidade de ser humano, que estende a mão ao necessitado e que não admira apenas a si mesmo, vivendo em amor e não vivendo a vida de qualquer jeito.



domingo, 4 de agosto de 2013

Augustus Gloop, o comilão, um grande bobo trapalhão.


    Quando foi para a Fantástica Fábrica de Chocolates, sentiu o açúcar sobre sua pele. Não reduziu o amor pela comida. Ainda era o mais grudento. O cheiro  se concentrava e mergulhou no chocolate. Um dia nessa fábrica e sufocou em um cano de paixão pelo doce.



Augustus Gloop enquanto visitava  a
 Fantástica Fábrica de Chocolates de Willy Wonka.





Isso é um salva para todas as pessoas que amam A Fantástica Fábrica de Chocolate e assistiriam o livro e veriam o filme mais um milhão de vezes! Assim, desse jeito mesmo. :)

sexta-feira, 10 de maio de 2013

You Are My Sunshine

          Esse texto foi feito de coração, coloquei nele os meus mais sinceros sentimentos pelo meu avô. Se você quiser sentir um pouco da emoção que eu senti, clique no  link
     Leia assim, ouvindo. Para mim, não existiu sensação mais comovente. Aliás, tudo é comovente quando se refere ao que amamos.



             

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Amor mais uma vez - Parte 2




Retomando a última parte de "Amor, mais uma vez", o que estava acontecendo com a Lily foi que no texto 1, ela acordou meio sem noção de quem ela era, de onde estava e se ela pertencia ao lugar que se encontrava. Lily era o tipo de menina incerta, principalmente na época do comunismo. Para essa adolescente de 18 anos, a responsabilidade pelo seu país assumiu o lugar da responsabilidade da sua família. Seria um dom fazer as coisas sem pensar? Porque, com certeza, foi um impulso enorme ter saído de casa. E foi exatamente isso que aconteceu. Ela não estava saindo para casar, ela estava nos rumos de uma caçada na qual o final seria sua cassação.